
@Citymapper
Projetando mobilidade para o dia-a-dia real
Cargo
Product Designer
Duração
Out 2025 - Jan 2026
Habilidades
Product Design
O estudo de caso simula uma vinda do app do Citymapper ao brasil. O desafio era entender como as pessoas se deslocam por aqui e o que elas realmente precisam para se sentir seguras. Busquei o entendimento disso para ter a possibilidade única de criar uma navegação totalmente pensada no cotidiano.
Problema
Como ajudar o usuário planejar seu deslocamento considerando as condições locais?
Usuários precisam combinar múltiplos modais
Greves frequentes, mudanças de itinerário, atualizações dinâmicas
Rotas que não ajudam quem não conhece a cidade
Solução
Um app pensado para todos os tipos de brasileiros
Interface adaptável ao estilo de vida do usuário
Indicadores de segurança e acessibilidade
Ações rápidas flutuantes em momentos críticos
Passe o mouse para exibir
Formulário de onboarding do novo usuário
Passe o mouse para exibir
Formulário de onboarding do novo usuário
Passe o mouse para exibir
Formulário de onboarding do novo usuário
Passe o mouse para exibir
Formulário de onboarding do novo usuário
Descobrindo
Como o brasileiro enxerga a mobilidade urbana?
Antes de falar de rotas, precisamos entender o que está por trás de cada trajeto nas cidades brasileiras.
Após analisar o problema, ficou claro que existem diversas oportunidades nesse cenário. Com isso, realizei uma analise completa sobre os usuários e o mercado de MAAS[1] utilizando diversas fontes.
Essa leitura mostrou que o Brasil não precisa só de um app que mostre rotas, precisa de um app que entenda o clima, o contexto, o horário, o medo, a pressa e a realidade das ruas.
[1] Mobilidade como Serviço (MaaS) é um modelo de transporte que integra diversas opções de transporte em uma única plataforma digital, permitindo que os usuários planejem, reservem e paguem por suas viagens por meio de uma única interface.
Os quatro comportamentos, agora com pessoas
Entendendo os perfis de usuários específicos.
Aprofundando nos comportamentos dos usuários, criei planos de pesquisas para conversar com cada tipo de usuário e entender as tarefas, dores e motivações de cada um.
Depois de ouvir, ficou claro que os usuários têm “trabalhos” muito específicos na hora de se deslocar. Coisas simples à primeira vista, mas que fazem toda diferença diariamente.
Então chegou a hora de bater o martelo
Projetar essa jornada não foi sobre rotas, mas sobre sobreviver a elas
Ao mapear a jornada do usuário médio, percebi que focar apenas no uso do app seria ignorar o o que fez o usuário chegar até ele. Por isso, a primeira decisão foi assumir que o deslocamento já começa quebrado e que o app entra para mitigar o dano.
O foco fica em entender pontos críticos. As sugestões de design surgem diretamente desses pontos com o objetivo de reduzir risco nos momentos críticos.
Entrega
Como o brasileiro enxerga a mobilidade urbana?
Antes de falar de rotas, precisamos entender o que está por trás de cada trajeto nas cidades brasileiras.
Após analisar o problema, ficou claro que existem diversas oportunidades nesse cenário. Com isso, realizei uma analise completa sobre os usuários e o mercado de MAAS[1] utilizando diversas fontes.
Essa leitura mostrou que o Brasil não precisa só de um app que mostre rotas, precisa de um app que entenda o clima, o contexto, o horário, o medo, a pressa e a realidade das ruas.
[1] Mobilidade como Serviço (MaaS) é um modelo de transporte que integra diversas opções de transporte em uma única plataforma digital, permitindo que os usuários planejem, reservem e paguem por suas viagens por meio de uma única interface.
Os quatro comportamentos, agora com pessoas
Entendendo os perfis de usuários específicos.
Aprofundando nos comportamentos dos usuários, criei planos de pesquisas para conversar com cada tipo de usuário e entender as tarefas, dores e motivações de cada um.
Depois de ouvir, ficou claro que os usuários têm “trabalhos” muito específicos na hora de se deslocar. Coisas simples à primeira vista, mas que fazem toda diferença diariamente.
Então chegou a hora de bater o martelo
Projetar essa jornada não foi sobre rotas, mas sobre sobreviver a elas
Ao mapear a jornada do usuário médio, percebi que focar apenas no uso do app seria ignorar o o que fez o usuário chegar até ele. Por isso, a primeira decisão foi assumir que o deslocamento já começa quebrado e que o app entra para mitigar o dano.
O foco fica em entender pontos críticos. As sugestões de design surgem diretamente desses pontos com o objetivo de reduzir risco nos momentos críticos.
Aprendizados
Após a entrega
O que eu pude aprender?
No momento em que eu me deparei com esse case, achava que a pesquisa necessária seria menor. Por ter a experiência de utilizar todos os modais possíveis, além de entender algumas dores por fazer parte dos 25% que levam mais de duas horas no transporte no dia-a-dia.
Porém, conversando com usuários de diferentes perfis, países e realidades. Pude entender que a mobilidade urbana é uma problemática global que afeta um grupo muito amplo de pessoas que eu não imaginava.